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Entrevista a aluna Bruna Costa de Saúde

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By Miguel Costa A Bruna Costa tem 17 anos é da turma de Saúde CPS7, em Cork vivia em Killumney. A experiência no seu local de estágio era incrível. Logo de início conseguiu estar numa unidade que mais gosta, uma unidade onde tem pessoas com doenças mentais. Lá as pessoas preocupam se muito com os residentes tentando fazer com que eles sejam mais ativos, independentes e que não se esqueçam das pequenas coisas das suas vidas. Eles fazem com que todos se sintam bem e confortáveis. Uma das coisas que a Bruna mais gostou foi de falar com os utentes sobre coisas pelas quais eles passaram. Bruna mudaria a lei que diz que só se pode exercer maioria das funções do curso, pois isso impede de aprender e ver as diferenças entre a Irlanda e Portugal. Em relação a Cork diz que é um sítio lindo onde não se importava de viver, pois toda gente é simpática e tem tudo relativamente perto. O sítio que mais gostou de visitar foi locais históricos, pois conseguiu conhecer um pouco mai...

Entrevista a aluna Inês Pinho de Restauração

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By Miguel Costa A Inês Pinho tem 18 anos é da turma de Restauração CPR4, e em Cork vivia em Ballincolling(ovens). O seu local de estágio era no Cornstore no centro de Cork. A sua experiência no seu local de estágio foi muito boa, o ambiente de lá era tranquilo, todos que andavam lá eram muito preocupados com ela, amáveis e sempre prontos para ajudar. Apesar das diferentes culturas todos davam se bem e respeitavam muito as diferentes culturas e formas de pensar. O que gostou mais foi das pessoas e que vai sempre levá-los no coração. Mas também de aprender coisas novas e novas técnicas e receitas de cozinha. Sobre Cork a Inês gostou muito, habituou-se imenso lá e que custou um pouco sair de lá.   Sentia se super segura e bem acolhida e para além de ter sítios lindíssimos. O melhor sítio que a Inês mais gostou de visitar foi um jardim que dava para ver a cidade toda e se pudesse mudar alguma coisa em Cork muda os transportes públicos pois eles nunca chegava...

As memórias...

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by Andreia Lopes Já se passaram quase 3 semanas que voltamos mas algumas coisas ficaram por partilhar convosco. Vamos falar de família mas não a nossa família, as pessoas com quem convivemos diarimente. Provavelmente alguns pensaram porque pessoas que não nos conhecem, que não sabem os nossos gostos, que não sabem como somos a nivel de personalidade, aceitam que entremos nas suas casas e façamos parte da sua família durante algum tempo. É um encontro às cegas... Essas questões surgiram então ganhei coragem para fazer uma pequena entrevista à host family na qual eu estava integrada. As perguntas foram muito simples mas durante a entrevista, outras dúvidas e curiosadades foram aparecendo e eu não pensei duas vezes em perguntar. Lembrando que a nossa "mãe" era advogada no entanto não exercia a sua profissão porque lidar com estudantes ocupava uma grande parte do seu tempo. Vamos lá às perguntinhas: -Porque aceitam pessoas de diversos países? Resposta: "Adoramos co...

Thankful

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By Inês Pinho  Última semana? Como assim? Passou tão depressa!  Se no primeiro dia dissessem que eu ia estar triste por ir embora e que ia passar tão rápido, que iria sair daqui com toda gente no coração e de coração cheio, eu não acreditava e dizia que estavam a sonhar. Porque acreditem que, para mim, o primeiro dia foi horrível, para além de eu ter ansiedade e estar a ter um ataque, ainda estava doente e o meu afilhado fez três anos nesse dia e eu não estar ao pé dele partiu me o coração, mas hoje percebo que foi por uma boa causa e que não me arrependo de nada ter vindo para aqui.  É claro que desde o primeiro dia tive as minhas meninas a dar me apoio constante, a Adriana, Fabiana e Andreia! Elas foram pessoas super fundamentais nesta jornada e foram pessoas que nunca me falharam apesar de feitios e opiniões diferentes. Conseguimos sempre lidar muito bem e sempre fomos os maiores pilares de uma das outras e vamos levar host sisters para a vida e vou sentir mu...

Saudades

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By Mariana Santos Bem falta muito pouco, para toda esta aventura acabar... Estes dois meses passaram a voar. Cada dia que passa é menos um dia que falta para voltar para Portugal, e sei que vou sentir muita falta desta aventura, da Gretta e principalmente das meninas com quem convivi, durante 2 meses na mesma casa . Parece que não, mas por mais que não queiremos acabamos por nos apegar às pessoas. E sei disso porque ainda não acabou e já sinto que vou ter muitas saudades. Todas as nossas brincadeiras, risos, as maiores estupidezes, mesmo aquelas pequenas coisas que faziamos e até mesmo os maus momentos que conseguimos superar juntas. A Bárbara que é a mais nova desta aventura, do curso de saúde, já a conhecia, porque frequentei as mesmas aulas de Educação Moral, mas nunca tive oportunidade de conhecela tão bem como conheço agora. Ao início pensei que era uma rapariga tímida que não ia falar muito. Mas com o tempo ela foi se habituando a nós e mudou . Fico...

Cartões de Festas

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By Fabiana Andrade Uma das coisas que mais observei desde que cheguei aqui à Irlanda, por causa do meu estágio e da minha  host family , foi o facto de aqui darem muita importância aos cartões festivos. Qualquer loja que entramos, há uma prateleira cheia deles. Se perguntasse aos portugueses a última vez que escreveram algo para alguém, já não se lembram ou nunca o fizeram. Aqui é habitual para alguém que faz anos, para alguém que tira carta, para alguém que está a mudar de casa ou país ou então só porque sim.  Ninguém dá a importância de escrever cartas porque hoje em dia é mais fácil fazê-lo pela Internet, a verdade é que sabe muito melhor quando alguém o escreve num papel.  Na Irlanda os cartões são uma demonstração muito especial de carinho. Curiosamente, os irlandeses esperam mais cartões no natal no que no próprio aniversário. Ah, eles também para além de escrever uma mensagem, deixam-o bem recheados com dinheiro.  Cartões festivos existentes (...

As artes que eu desenvolvi.

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By Bárbara Miranda  Desde que aqui estou tenho vindo a desenvolver vários trabalhos práticos no meu estágio, para assim poder desenvolver as competências dos residentes.  As principais são o origami e o tricô . Para mim o tricô foi um espanto pois nunca pensei aprender fazer tricô. O origami é uma das atividades em que desenvolvi mais e tenciono continuar, porque consegui assim ver novas formas de ver o lado mais bonito e engraçado de uma simples folha de papel. Desde que comecei a fazer aqui no meu estágio, na Irlanda aprendi a fazer várias artes. Entre elas são luas, pássaros, flores, rosas, corações , principalmente para o Dia de São Valentim festejado no nosso estágio, (Post no Instagram dos Erasmus) e trevos , sendo que o símbolo principal deste pais é esse, então estamos a aproveitar para o S. Patrick's Day  para o meu estágio que se aproxima eque teremos um post no Instagram para vos mostrar essa tal festa esperada por todos os irlandeses. ...